O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa e progressiva, sendo que vários fatores podem levar ao aparecimento da mesma, tais como ambientais, psíquicos, genéticos, estilo de vida, comorbidades associadas, dentre outros. Com a progressão dessa doença, ocorre um agravamento importante do déficit cognitivo, que se expressa através de distúrbios de memórias, desorientação temporal, déficit de atenção, de capacidade motora e funcional dentre outros.
Sabe-se que os componentes da capacidade funcional, como força, flexibilidade, equilíbrio, coordenação motora e agilidade estão prejudicados no processo de envelhecimento, e o mesmo ocorre no idoso com Alzheimer. A prática regular de exercícios de força pode promover benefícios nas funções cognitivas e na funcionalidade do idoso com demência, tais como: diminuição dos sintomas depressivos e das alterações comportamentais, além de melhora nos componentes da capacidade funcional. Estimulação cognitiva durante o exercício de força pode contribuir na melhora nas funções cognitivas e de atenção do idoso.
Praticantes com doença de Alzheimer inseridos no programa de exercícios de força têm mostrado uma melhora na sua qualidade de vida, sono, funções motoras, posturais e orgânicas.