Baixo nível de atividade física pode impactar na autonomia de idosos

07

dez

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Estamos constantemente passando por evoluções, não só culturais, mas também tecnológicas, e quanto mais a tecnologia progride, menor nossa capacidade orgânica de fazer algo. Isso serve, inclusive, para nossos movimentos diários. Quanto menos nos movimentamos, maior a chance de nossos músculos se atrofiarem.

Apesar dos maus hábitos da população humana contemporânea, a expectativa de vida aumentou. Temos burlado constantemente nossa condição biológica com uso de remédios para combater a hipertensão arterial, para reduzir riscos de morte devido a problemas cardiovasculares, e o pouco de exercício que fazemos todos os dias não compensará o comportamento sedentário de ficar sentado em frente à televisão ou usando o computador por longos períodos de tempo.

Em linhas gerais, de nada adianta termos mais longevidade, se não conseguirmos chegar na velhice com autonomia. Como exemplo, temos as estratégias de movimento que perdemos ao longo do tempo que não são da nossa cultura “ocidental”, mas são importantes para a autonomia física de um idoso, como o ato de se agachar até o chão.  

Do ponto de vista cultural, ser funcional é se deslocar até 90°, porque a maioria dos assentos são nesses níveis, mas em termos biológico, de quedas e de prevenção de lesões é importante que tenhamos intimidade com o chão. Infelizmente, o motivo da perda dessa capacidade de movimento é porque não estamos nos movimentando como deveríamos. Devemos usar nosso organismo da forma que fomos moldados para a sobrevivência e ter saúde.

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Rossi News

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